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Rotary: treinamento apoia trabalho de educadores sociais

Como mudar a vida de crianças e jovens em situação de vulnerabilidade se não há um relacionamento adequado entre os educadores e as pessoas que eles querem ajudar?  Foi com esse problema em mente que membros do Rotary de São Paulo e da Alemanha se uniram para criar um treinamento de capacitação para educadores sociais na maior cidade do Brasil. O projeto teve início em 2017, em uma parceria entre membros do Rotary Club de São Paulo e do Rotary Club Kempen-Krefeld, da Alemanha. Ao adotar quatro crianças brasileiras, Jünger Schmitz, membro do clube alemão, se deparou com um cenário de pouco preparo emocional dos profissionais que lidavam com crianças e adolescentes vulneráveis na capital paulista. Ele buscou o apoio do Rotary Club de São Paulo e, juntos, os clubes desenvolveram um projeto para realizar um treinamento inovador, focado em melhorar a comunicação e o relacionamento entre educadores e jovens. “Decidimos fazer o treinamento em cinco seminários, com um tópico diferente para cada seminário”, conta Márcio Arroyo, membro do Rotary Club de São Paulo, responsável por liderar o projeto. “O clube definiu as instituições [participantes] e como iríamos fazer o projeto”, explica. Já para montar o programa do que seria ensinado aos educadores, eles buscaram ajuda especializada. O programa do treinamento foi desenvolvido por Ronaldo Campos, diretor da Comunidade Terapêutica Filhos da Luz, especializada no atendimento de dependentes químicos. Trabalhando com educadores sociais, Campos via que, muitas vezes, os profissionais não tinham o equilíbrio emocional necessário para lidar com os jovens em situação de vulnerabilidade, porque estes próprios profissionais enfrentavam problemas emocionais em suas famílias. “A maior parte dos problemas relacionados à violência começa nos padrões de comunicação interna das famílias. O maior potencial de mudança social se dá quando não há culpa ou julgamento. A causa da violência no mundo começa quando emitimos julgamento do comportamento do outro.”, aponta Campos. Desse modo, o treinamento foi montado com base em dois importantes pilares: a comunicação não-violenta (CNV) e o desenvolvimento de propósitos de vida. “O objetivo do treinamento é a expansão da consciência. As pessoas precisam encontrar significado na vida e no trabalho”, explica. Na CNV, não se usa palavras que julguem ou dominem a outra pessoa, como o verbo “mandar”, por exemplo. Fazer com que os educadores encontrassem seu próprio propósito de vida era fundamental para que eles pudessem ajudar os jovens a encontrar novos caminhos fora da dependência química. “A dependência química é a doença do egoísmo. Eles só pensam em si, não pensam na família, na sociedade. A pessoa não tem um propósito a seguir e, aí, qualquer caminho serve”, diz Campos. O primeiro treinamento aconteceu na Comunidade Terapêutica Filhos da Luz no primeiro semestre de 2019. A turma teve a participação de 40 profissionais, alguns da comunidade e outros de instituições que foram convidadas a participar do curso. “A ideia é fazemos em quatro pontos diferentes de São Paulo para atingirmos as entidades locais”, conta Arroyo. A segunda turma aconteceu no segundo semestre do ano passado, no Centro Assistencial Cruz de Malta, com 43 participantes, e a terceira turma teve início em março deste ano na Associação Evangelista Beneficente, com 42 educadores sociais. No total, aponta Arroyo, o projeto inclui a capacitação de 300 profissionais em oito treinamentos em diferentes instituições de São Paulo. O impacto dos treinamentos é algo sentido tanto pelos educadores quanto pelos jovens assistidos. “Durante o curso, eu ia acompanhando a avaliação dos participantes e a satisfação foi muito grande. A ideia também é que eles repassem os ensinamentos do curso a seus colegas”, afirma Arroyo. Sobre os jovens, Campos conta que “eles entendem que só se recuperam quando ajudam os outros”. “Do que os residentes têm mais se beneficiado é de ter encontrado um propósito de vida”, afirma. No total, o Rotary investiu US$ 45.700 neste projeto, incluindo a compra de mais de 900 livros, além de equipamentos e suprimentos para a realização dos cursos.

Setembro: Mês da Educação Básica e Alfabetização - Ações voltadas para a Leitura fazem sucesso entre as crianças de escolas de Mandaguari e Iguaraçu

No Rotary, este mês focamos nossas atenções à Educação Básica e Alfabetização. Desde o surgimento da crise sanitária provocada pela Covid-19, estudos sobre a Educação e o impacto da pandemia do coronavírus começaram a surgir. Antes deste novo cenário, que a sociedade em todas as partes do mundo têm enfrentado, projetos rotários ligados à educação aconteciam com sucesso nas escolas públicas dos municípios de Mandaguari e Iguaraçu. A Biblioteca Itinerante “Cantinho da Leitura” percorreu os CMEIs (Centro Municipal de Educação Infantil) e Escolas Municipais de Mandaguari. Segundo o presidente 2019-20 Murilo Meleiro, foram feitas almofada e tapetes para que as crianças conseguissem, fora da sala de aula, ler um livro. Esses momentos aconteciam no intervalo, na entrada ou na saída das aulas. A biblioteca ficava na escola por uma semana, completando o rodízio por todas as escolas da cidade. A ideia se materializou a partir de uma conversa com uma professora, que disse que desejava que os alunos tivessem outro acesso aos livros, além da biblioteca da escola. Com as escolas fechadas devido à pandemia e as aulas acontecendo no sistema remoto, o clube criou, agora, o projeto de “Contação de Histórias” em parceria com o Elos Clube de Mandaguari. A professora Aldenora Barros, contadora de histórias, é membro do Elos Clube. “Este projeto se estenderá ao longo do ano e cada mês será voltado para uma área. Em agosto foi sobre cultura, pois era o mês do folclore. Foi transmitida virtualmente umas das peças do nosso outro projeto, o “Teatro para Todos”, do companheiro Márcio Cledson. Neste mês será voltado ao Setembro Amarelo, com a companheira Marcela Meleiro que é psicóloga e fará um bate papo em nossa página”, explica o presidente do Rotary Club de Mandaguari Família, Ronaldo Corrêa Santana. Já em Iguaraçu, de acordo com o presidente 2019-20, Valdemar Canavezi, “um rotariano teve a ideia de personalizar uma geladeira antiga, com os dizeres do Rotary. Ele a transformou em uma pequena biblioteca. Durante o nosso ano rotário, fizemos contato com as escolas e após convidarmos as diretoras para nossa reunião, colocamos a geladeira à disposição das escolas”. Infelizmente, com a pandemia, não foi possível a Geladeira do Conhecimento passar por todos os colégios. Assim que as aulas presenciais forem retomadas, o Rotary Club de Iguaraçu dará continuidade ao projeto. Os livros são variados, desde historinhas infantis até de pesquisas a nível de Ensino Médio, resultados de doações de companheiros rotarianos, pessoas da comunidade e até de algumas escritoras.  Larissa Nakao - Comunicação 

Máscaras de tecido são entregues para a comunidade

    No dia 04 de agosto, o governador Joel Chaves fez a entrega oficial aos Rotary Clubs do Distrito 4630, das máscaras faciais de tecido obtidas pela Universidade Federal do Paraná – campus avançado de Jandaia do Sul, no ato representada pelo professor e rotariano do Rotary Club de Jandaia do Sul, Simão Nicolau Stelmastchuk.  O vice-prefeito de Maringá, o rotariano Edson Scabora, também esteve presente, assim como o Coordenador Assistente da Fundação Rotária, Renato Tavares. As 105.400 máscaras foram doadas pela Fundação Itaú por meio da Funpar - Fundação da Universidade Federal do Paraná para o Desenvolvimento da Ciência, Tecnologia e da Cultura. Parcerias como estas se concretizaram pelos relacionamentos entre as instituições. O presidente do Rotary Club de Jandaia do Sul, Eduardo Meurer, por exemplo, é professor no campus da UFPR em Jandaia e uma parceria foi levando a outra. O Distrito 4640 recebeu 20.800 máscaras.   Larissa Nakao Comunicação - Distrito 4630 do Rotary International

ENDPOLIONOW: Plano de Ação Distrital 2020-21

No dia 01 de agosto, foi realizado o Seminário Virtual da Pólio das Regiões 29 e 31, pelos Coordenadores Pedro Durão e Marcelo Haick. Foi definido que meta do BRASIL de arrecadação 2020-21 será de US$ 680.000, incluindo doações de FDUC e dinheiro (cash). Vale lembrar que a Fundação Bill & Melinda Gates continuará emparceirando em 2:1 todas as contribuições. No caso de FDUC, o Fundo Mundial também emparceira em 1:1. Mês que vem, realizaremos o Pedalando Contra a Pólio (25 de outubro). Que tal avaliar em seu clube, quais estratégias utilizarão para arrecadar fundos em prol da erradicação da poliomielite? META PARA O BRASIL - Somos tetracampeão de eventos do Dia Mundial de Combate à Pólio. Ganhamos todos os anos, desde 2016, com o número de eventos realizados. Contamos, agora, com o seu apoio para ganharmos o Pentacampeonato. Nossa meta para 2020, é de 1.300 eventos. Todos os eventos realizados em SETEMBRO, OUTUBRO e NOVEMBRO, são válidos. Basta cadastrá-los no site da pólio, cujo link é: https://www.endpolio.org/pt/register-your-event A Campanha Nacional de Multivacinação e Poliomielite será de 5 a 30 de outubro. O Dia D de mobilização Nacional: 17 de outubro. Público alvo: Poliomielite: Crianças a partir de 12 meses a menores de 5 anos. Multivacinação (atualização das cadernetas de vacinação): Crianças e adolescentes < 15 anos.   Erradicação da Poliomielite: Como o coronavírus despertou a importância das vacinas Erradicar a paralisia infantil é a prioridade do Rotary International. Em razão da crise sanitária instalada pela Covid-19, o desenvolvimento e eficácia das vacinas nunca despertou tanto interesse em todos os cantos do mundo, onde pessoas que até então eram contra elas, agora aguardam ansiosamente pela chegada da vacina contra o coronavírus. No Paquistão, por exemplo, os grupos radicais islâmicos eram contra a vacina e por conta disso, aumentaram os casos de pólio por lá no ano passado. Com a pandemia do coronavírus, muitos reviram seus conceitos e agora passam a procurar os agentes de vacinação da pólio em busca da vacina contra a Covid também, a qual não temos previsão de quando teremos acesso. Este é o momento de reforçarmos a nossa causa, da importância da vacinação para nos protegermos, seja de qualquer doença!

Dia Nacional do Campo Limpo promove solidariedade

O Dia Nacional do Campo Limpo é comemorado no dia 18 de agosto e para celebrar os excelentes resultados da logística reversa, de embalagens vazias de defensivos agrícolas no Brasil, a Adita - Associação dos Distribuidores de Insumos e Tecnologia Agropecuária, em parceria com os Rotary Clubs de Maringá Aeroporto, Umuarama Capital da Amizade e Campo Mourão, realizaram uma ação de solidariedade. Foram distribuídas cestas básicas para entidades e comunidade carentes. “Todo ano, em comemoração ao Dia Nacional do Campo Limpo, fazemos uma série de ações comunitárias com crianças nas escolas, trabalhos pedagógicos e palestras em universidades. Como esse ano, em função da covid-19, não foi possível fazer nenhum desses trabalhos, então, optamos por fazer uma ação de solidariedade”, comenta Valdir Bacarin, diretor da empresa Adita. No total foram entregues 750 cestas básicas para entidades e famílias carentes. Em Maringá, essa ação foi realizada na Casa da Amizade, no dia 12 de agosto. “Com a dedicação de todos tivemos um excelente resultado na arrecadação das cestas básicas para celebrarmos o Dia Nacional do Campo Limpo. A pandemia afetou a todos em maior ou menor intensidade. Poder auxiliar aos mais necessitados, para que superem este momento é algo importante. Que esta ação mantenha a esperança de todos por dias melhores”. diz Emerson Sanches, presidente do Rotary Club de Maringá Aeroporto.   “Os clubes são a grande conexão com a comunidade e entidade e eu escolhi o Rotary para participar dessa ação porque estou dentro da organização, conheço e sei da sua história. Somos Empresa Cidadã do Rotary Club de Maringá Aeroporto. O Rotary tem uma missão importantíssima na área ambiental, que agora é a sétima área de atuação da Fundação Rotária e tudo o que acontece conosco está relacionado ao meio ambiente” relata Valdir Bacarin.  

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